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ABCD - 31/05/2019 - 06:18:51

 

Futuro político do petista Luiz Marinho, fica para a 1ª quinzena de junho nas sessões de 5 e/ou 12

 

Da Redação com Abr

Foto(s): Divulgação / Arquivo

 

Presidente da Câmara-de São Bernardo Ramon Ramos

Presidente da Câmara-de São Bernardo Ramon Ramos


As contas da administração de Luiz Marinho, PT, dos anos de 2015 e 2016, quando foi prefeito de São Bernardo do Campo, não foram para votação na última quarta-feira, 29, inviabilizando a definição de seu futuro político para os próximos oito anos.

Enquanto não forem votadas as contas, com reprovação ou aprovação, a pauta, ou seja, a votação de novos projetos enviados pelo executivo ou de proposição dos vereadores da casa de leis, não poderão ser apreciados.

O presidente da Câmara, Ramon Ramos, PDT, disse que a avaliação dos relatórios precisaria de mais tempo que foi pedido pelos vereadores e, com isso, a votação não foi, novamente, pautada, para ir a plenário.

Ramon Ramos, PDT, disse que acredita que na próxima quarta-feira, dia 5 de junho, as contas talvez possam ser colocadas em votação e foi incisivo em afirmar que os adiamentos foram necessários para que os vereadores, todos os 28, tivessem todo o tempo hábil necessário para que pudessem analisar o processo.

Ainda de acordo com Ramos Ramos, talvez sejam colocadas as contas de 2015 e 2016 separadas para votação, podendo ocorrer uma em 5 de junho e a outra em 12 de junho.

Ramos ainda disse que se houver a necessidade de convocação de uma ou mais sessões extraordinárias, já dentro do recesso, isto será feito.

Pery Cartola, PSDB, líder de governo, na sessão do dia 22 chegou a demonstrar uma irritação com pedido de celeridade na análise realizado pelo advogado do petista Luiz Marinhoe e, antecipando o que pensa, já afirmou ser contra a aprovação. “Sou contra a aprovação, pois, teve falta de merenda, falta de uniformes, pessoas ficaram cegas e não se pode deixar isso de lado”, disse o ex-presidente da Câmara e atual líder do governo.

Antônio Carlos da Silva, o Toninho da Lanchonete, PT, disse que as devem ser votadas logo, pois “...temos um parecer favorável do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) e temos que seguir esse caminho”, disse.

Julinho Fuzari, Cidadania (ex PPS que era o antigo PCB), é oposição do governo na Câmara e disse que: “Essa Casa não pode demorar muito para fazer essa votação. Cada um tem sua consciência para votar”.

“Essa será uma questão individual e técnica. Esse tempo todo está sendo usado pelos vereadores para estudar o caso, estudar o parecer do Ministério Público que é contra a aprovação. Será algo que cada vereador vai analisar. Não há análise política”, afirmou o presidente Ramon Ramos..

As contas de Luiz Marinho, apesar de terem sido indicadas para reprovação pelo Ministério Público de Contas e pela diretoria de fiscalização.

Entretanto, após apresentação de justificativas do advogado do petista Luiz Marinho, sem nova avaliação do Ministério Público de Contas, o Conselheiro do TCESP aprovou as contas.

Aí fica a questão. A Comissão Mista se baseia principalmente neste pareceres que apontam para a reprovação das contas do petista que comandou a cidade de 2009 a 2016 e, neste período, amealhou diversos problemas e denúncias de corrupção do Ministério Público estadual e, também, do fedral.

Luiz Marinho, PT

Em  20 de junho de 2018 as contas do petista foram rejeitadas na Câmara o que impediria que viesse a ser o candidato ao governo do estado pelo Partido dos Trabalhadores. As contas de 2015 apesar do parecer favorável da Comissão Mista, houve a rejeição em plenário com 19 votos: Alex Mognon, Ary de Oliveira, Juarez Tudo Azul, Pastor Zezinho Soares, Pery Cartola e Toninho Tavares (todos do PSDB); Aurélio (PTB); Eliezer Mendes (Podemos); Estevão Camolesi e Julinho Fuzari (ambos do Cidadania); Fran Silva e Ivan Silva (SD); Gordo da Adega (PCdoB); Índio (PR); Jorge Araújo e Martins Martins (ambos do PHS); Rafael Demarchi (PRB); Ramon Ramos (PDT); e Reginaldo Burguês (PSD).

Votaram a favor das contas do petista: Ana Nice, Antônio Carlos da Silva; José Luis Ferrarezi, Joilson Santos e Tião Mateus (PT) e se ausentaram da votação: Bispo João Batista (PRB); Dr. Manuel Martins (Cidadania); Dr. Mario de Abreu (PSDB); e Mauro Miaguti (DEM).

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